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6.1.2. Conceção

Neste processo, partindo das Condicionantes anteriormente identificadas, pretende-se obter uma solução que assegure o cumprimento das exigências consideradas como relevantes e aplicáveis ao edifício e seus espaços.

O estudo partirá das propostas de soluções indicadas pelas restantes áreas, em particular de Arquitetura e de Instalações, procedendo à avaliação da eficiência energética e do conforto térmico resultantes. A avaliação a levar a cabo deverá sempre dar prioridade à otimização do conforto passivo, dependente da conceção arquitetónica.

Caso se revele necessário, deverá existir a possibilidade de, com aquelas áreas de projeto, proceder ao ajuste de soluções, conduzindo a uma solução final que, por um lado, cumpra as exigências regulamentares e, por outro, garanta um desempenho satisfatório em relação a eventuais requisitos específicos. Uma abordagem integrada deste processo é fortemente recomendável.

A avaliação a efetuar implica a consideração dos seguintes aspetos:

6.1.2.1. Conceção global do edifício
  • Implantação (layout e orientação, com implicações na exposição solar e na proteção contra o vento);
  • Forma do edifício (privilegiar formas compactas);
  • Organização interna de espaços (espaços de permanência preferencialmente a Sul)
6.1.2.2. Adoção de estratégias passivas
  • Conforto de Inverno: captar ganhos solares, armazenar calor (inércia térmica interior), distribuir os ganhos pelos diferentes espaços, conservar o calor (isolamento);
  • Conforto de Verão: proteção contra os ganhos solares, minimizar ganhos internos, minimizar ganhos de calor pela envolvente opaca (isolamento), dissipar excesso de calor (ventilação natural).
6.1.2.3. Projeto dos vãos envidraçados
  • Identificação das soluções projetadas;
  • Coeficiente de transmissão térmica adequado;
  • Proteção solar adequada (de preferência, do lado exterior do envidraçado);
  • Eventuais elementos de sombreamento (verificar eficácia atendendo à orientação);
  • Estanquidade e ventilação
6.1.2.4. Inércia térmica interior
  • Avaliação da inércia térmica interior (capacidade de usar de forma útil os ganhos solares no Inverno e evitar o sobreaquecimento no Verão)
6.1.2.5. Sistemas ativos e integração do aproveitamento local de energias renováveis
  • Cumprimento das exigências regulamentares;
  • Otimização.

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