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8. Comportamento Acústico

No Projeto de Comportamento Acústico (PCA) estuda-se e descreve-se – de forma escrita e desenhada – as condições da ação do ruído a que os espaços de uma edificação  estarão sujeitos, bem como as soluções construtivas que irão assegurar que, nesses espaços, os seus utilizadores ficarão sujeitos a níveis de incomodidade que não excedam as disposições regulamentares aplicáveis.

Se, por um lado, as áreas de engenharia mais tradicionais (Fundações e Estrutura, Equipamentos e Sistemas de Abastecimento de Água e Drenagem de Águas Residuais Instalações Elétricas e Mecânicas), são encaradas como fundamentais para um adequado funcionamento do edifício e das atividades que nele decorrerão, o PCA por ser mais recente nem sempre merece a mesma atenção por parte dos Donos de Obra.

No entanto, um edifício em que o ambiente de conforto acústico se revele abaixo dos parâmetros de referência, provoca um nível de desconforto e até de patologia para os seus utentes que se repercute, de forma intensa, no modo como usufruem do espaço, seja para atividades de lazer e descanso, seja para atividades profissionais.

Também não se deve esquecer que uma parte importante do comportamento  acústico é função dos materiais e soluções construtivas definidas para a materialização de elementos-base do edifício (estruturais, de encerramento da envolvente, entre outros); isto conduz a que, no caso de um mau desempenho, as soluções de correção obriguem à adição e/ou substituição de materiais ou soluções, com obvio impacto económico e, por vezes, das funcionalidades esperadas.

O Projeto de PCA é desenvolvido de forma global, não envolvendo sub-projetos específicos. No entanto, de forma a manter a organização seguida para as restantes áreas de engenharia, será considerado o seguinte sub-projeto:

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