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Houve casa cheia para o I Congresso de Engenharia Geológica e de Minas da OERN

O Grupo de Trabalho de Engenharia Geológica e de Minas da OERN, em colaboração com a dstgroup, promoveu no dia 4 de outubro o primeiro congresso de Engenharia Geológica e de Minas, dedicado ao tema dos georrecursos e da sua importância no nosso dia a dia, com especialistas nacionais e internacionais, visitas e muito mais

O campus da dstgroup, em Braga, recebeu o I Congresso de Engenharia Geológica e de minas com o tema “Georrecursos: a presença invisível no nosso quotidiano”.

O encontro constituiu um espaço de excelência para a partilha de conhecimento e experiências entre Engenheiros de Minas, Engenheiros Geólogos, Engenheiros Geotécnicos, estudantes de Engenharia e restantes Geo-profissionais, destacando a importância dos recursos geológicos no desenvolvimento sustentável e na vida quotidiana.

A sessão de abertura contou com intervenções de João Paulo Meixedo, Coordenador do Grupo de Trabalho de Engenharia Geológica e de Minas - Região Norte, Paulo Sá Caetano, Presidente do Conselho de Colégio de Engenharia Geológica e de Minas, Leonel da Cunha e Silva, Delegado Distrital de Braga da OE, Bento Aires, Presidente da OERN, Fernando de Almeida Santos, Bastonário da OE e José Teixeira, Presidente da dstgroup. Estes oradores ressaltaram a importância de apostar nestes encontros para debater a forma de preservar, produzir e aproveitar os georrecursos, essenciais a todas as tarefas que realizamos no dia-a-dia. Para além disso, sublinharam ainda a necessidade de formar e capacitar os profissionais da área, pois são eles a alavanca que pode tornar os diferentes processos ainda mais sustentáveis para garantir um futuro estável e próspero.

Entre os oradores convidados estiveram António Costa Silva, ex-Ministro da Economia e do Mar, a quem coube a primeira intervenção. O Engenheiro de Minas deixou clara a necessidade de apostarmos na sustentabilidade, desde o uso consciente dos recursos à aposta em profissionais qualificados. Reforçou ainda o claro impacto que a intervenção do Estado pode ter na correta distribuição e exploração destes materiais, resultando numa economia e sociedade mais preparadas, ecológicas e e funcional.

Rui Sousa, Engenheiro de processos da b.again, realizou uma pequena intervenção sobre esta marca e a sua ligação à crescente exploração de recursos minerais como o lítio e o cobalto. A b.again, uma empresa dstgroup, nasceu com o propósito de permitir a junção de recursos críticos a nível de know-how, experiência no setor dos dispositivos de armazenamento de energia e capacidade industrial. Esta criação permitiu o dimensionamento e a implementação das primeiras unidades industriais no território português, com capacidade integrada para abranger toda a cadeia de valor, ao nível da recolha, recondicionamento e reciclagem de baterias de iões de lítio.

A manhã mudou de cenário com duas visitas guiadas levadas a cabo por Rui Sousa, Nuno Faria e Diogo Fonseca da dstgroup, onde os participantes tiveram oportunidade de explorar o edifício da b.again e a Pedreira dstgroup, dois marcos de desenvolvimento e inovação no que diz respeito aos georrecursos e à sua extração e utilização.

A tarde arrancou no "Memorial ao Trabalho Infantil DST", onde Paulo Pita (DGEG), César Luaces Frades (ANEFA, FDA, COMINROC, PRIMIGEA) e Javier González (Cámara Oficial Mineira de Galicia), fizeram três intervenções com abordagens a temas cruciais desde a análise dos recursos, a sua origem e a preservação até aos tempos de hoje, até à necessidade de trabalhar na preservação dos recursos em países como Portugal e Espanha, que têm capacidade para se tornarem em grandes potências exportadoras de georrecursos, mas que precisam do apoio do Estado e de um investimento contínuo e relevante para que isso aconteça.

De volta ao auditório, a tarde arrancou com uma mensagem de Ed Conway, jornalista britânico, editor de Economia e Dados da Sky News e colunista do Times, que felicitou este congresso como um grande ponto de partida para falar sobre este tema essencial a todos, deixando uma mensagem de esperança para um futuro mais focado e dirigido a trabalhar o impacto dos georrecursos e dos profissionais que os trabalham todos os dias. Seguiu-se uma mesa redonda dedicada aos “Desafios da Geo-Engenharia”, moderada por Joaquim Góis, CAQ da Ordem dos Engenheiros, com a participação de Bárbara Rangel (FEUP), José Teixeira, Luís Martins (Cluster Mineral Resources) e Gonçalo Rocha (EDM) que deram diferentes perspetivas sobre o que está a acontecer no mundo dos georrecursos, o que pode mudar e as diferentes ferramentas que podem ser utilizadas para tornar os processos mais sustentáveis, sempre com a Engenharia na base de todas as decisões.

O congresso terminou com uma sessão de networking entre participantes, resumindo um dia totalmente dedicado aos georrecursos, com especialistas nacionais e internacionais, reforçando os laços entre a comunidade técnico-científica e empresarial.

Joaquim Góis fez o apanhado geral deste congresso, desde as ideias debatidas às conclusões alcançadas através do debate e das apresentações dos especialistas. João Paulo Meixedo, Rui Silva e Paulo Pita, do Grupo de Trabalho de Engenharia Geológica e de Minas da OERN, deram a palavra final para encerrar este I Congresso de Engenharia Geológica e de Minas, prevendo eventos futuros para continuar a aprofundar conhecimentos e cultivar ligações entre profissionais e aspirantes da área.

O congresso terminou com uma sessão de networking entre participantes, resumindo um dia totalmente dedicado aos georrecursos, com especialistas nacionais e internacionais, reforçando os laços entre a comunidade técnico-científica e empresarial.

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