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DARU: “As entidades gestoras terão vários desafios pela frente, alguns mais fáceis outros mais complexos”

No passado dia 11 de dezembro ocorreu, na sede da OERN, uma sessão dedicada à promoção da discussão sobre as alterações e desafios introduzidos pela nova Diretiva das Águas Residuais Urbanas (DARU)

No seguimento do ciclo de conferências “Há Engenharia na Água”, iniciado no passado mês de Julho com a sessão “PENSAARP 2030 – Visão Prospetiva do setor da Água”, o Colégio de Engenharia do Ambiente – Norte e a Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH) organizaram a 2ª conferência deste ciclo, intitulada de “Nova Diretiva das Águas Residuais Urbanas (DARU) – Perspetivas e desafios futuros”

Jorge Cardoso Gonçalves, Presidente da APRH, Mercês Ferreira, Coordenadora do Colégio de Ambiente da OERN, e Bento Aires, Presidente da OERN, receberam os participantes e conduziram a sessão de abertura, seguindo-se a intervenção em vídeo da Keynote speaker, Maria João Rosa, do LNEC.

A mesa redonda, moderada por Eduardo Vivas da ARPH-CESA, contou com a presença de Catarina Silva, do LNEC, João Vilaça, da SIMDOURO, Cristina Gonçalves, das Águas do Norte, Rui Morais, da AGERE e Joaquim Poças Martins, da FEUP. Cada orador apresentou a sua perspetiva sobre as alterações e os desafios que a nova proposta de Diretiva poderá trazer para as entidades gestoras, quer do ponto de vista operacional, quer do ponto de vista financeiro.

Durante o debate, reforçou-se a ideia de que, para os objetivos propostos pela nova Diretiva serem alcançados, as entidades gestoras terão vários desafios pela frente, como o elevado investimento e a necessidade de apoio técnico de especialistas e consultores.

A nova proposta da DARU procura introduzir alterações ao nível do controlo integrado das águas residuais e águas pluviais, uma maior exigência ao nível do tratamento da água, e a remoção de micropoluentes, azoto e fosforo. Assim, propõe-se uma contribuição para a neutralidade carbónica através da redução progressiva das emissões de gases com efeito de estufa e, simultaneamente, uma maior eficiência energética.

Ainda que, haja alguma incerteza, relativamente aos números e às datas apresentadas na proposta de nova Diretiva, bem como aos investimentos necessários, as entidades gestoras já começaram a efetuar previsões e pré-estudos de eventuais necessidades e planos de investimento para um maior controlo operacional.

A sessão de encerramento contou com a participação do Miguel Costa, do Conselho Regional de Colégio de Engenharia do Ambiente e Paulo Rosa Santos, da FEUP.

Pode consultar o relato produzido sobre a DARU para a APRH aqui.

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