Alinhado com a Década Digital 2030 da União Europeia, este Plano de Ação reforça uma visão de transição digital inclusiva, sustentável e ética, colocando os cidadãos, as empresas e o Estado no centro de um ecossistema digital mais simples, eficiente e seguro. Entre os seus objetivos destacam‑se a simplificação da interação digital, a proteção dos direitos fundamentais, a confiança nos serviços digitais e o acesso universal às tecnologias, pilares essenciais para uma sociedade mais justa e competitiva.
O documento agora publicado identifica de forma clara as principais iniciativas para o biénio 2026–2027, bem como a respetiva calendarização, oferecendo previsibilidade e orientação estratégica aos diversos atores do ecossistema digital. Esta abordagem permite uma execução coordenada das políticas públicas, potenciando impactos positivos na modernização da Administração Pública, na inovação empresarial e na qualificação das pessoas.
Para os engenheiros, em particular os da área da informática e tecnologias de informação, este Plano de Ação constitui uma referência fundamental. Ele enquadra oportunidades de participação ativa em projetos de elevado impacto nacional, reforça a relevância do papel técnico e ético da engenharia na transformação digital e sublinha a responsabilidade dos profissionais na construção de soluções seguras, interoperáveis e centradas no ser humano.
Para a sociedade em geral, o Plano de Ação 2026–2027 representa um compromisso claro com um futuro digital que promove eficiência, transparência, inclusão e confiança, contribuindo para o desenvolvimento económico e social do país.
O Grupo de Trabalho de Informática da Ordem dos Engenheiros Região Norte continuará a acompanhar de forma atenta a implementação destas iniciativas, promovendo o debate técnico, a partilha de conhecimento e o envolvimento da comunidade de engenheiros neste desígnio estratégico para Portugal.
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