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Engenheiro em Portugal é quem é membro da Ordem

20 de janeiro de 2017 | Geral

“A Engenharia é a quarta classe de hoje”

A Ordem dos Engenheiros Região Norte associou-se à Semana da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UM), uma iniciativa que assinalou o 42º aniversário da instituição e que juntou alunos, engenheiros recém-formados e profissionais experientes do setor.

O presidente do Conselho Diretivo, Joaquim Poças Martins, foi a Guimarães mostrar aos jovens engenheiros como o futuro da Engenharia está repleto de oportunidades e qual o papel da Ordem no seu percurso profissional.
 

“Quando olhamos à nossa volta, tudo o que é artificial, e quase tudo o que achamos que é natural, tem dedo de engenheiro. Teve sempre, terá sempre”, afirmou o responsável, para quem “a Engenharia é a quarta classe de hoje. Eu acho que um médico devia começar por ser engenheiro para ser um bom médico”.

Joaquim Poças Martins levou o positivismo aos jovens que querem agora entrar no mercado de trabalho: “Há algumas profissões que, daqui a alguns anos, não vão fazer muito sentido, mas a Engenharia globalmente fará sentido e há muitas oportunidades a nível nacional e mundial, há um crescimento global de procura, perspetivas muito diversificadas de carreira. Não esqueçamos os milhares de engenheiros por ano que a zona norte, especialmente o Minho, absorve todos os anos”.

“Há uns anos, pensávamos que as oportunidades estavam muito nas coisas novas. Cada vez mais, há oportunidades na evolução de coisas existentes, na manutenção, na reabilitação, lembremo-nos da economia circular”, foi o desafio deixado pelo presidente da OERN.

 


“Engenheiro em Portugal é quem é membro da Ordem”

No entanto, a missão de Joaquim Poças Martins na Escola de Engenharia da UM era a de sublinhar o papel da Ordem dos Engenheiros para o exercício da profissão e as vantagens em ser membro. E foi direto: “As universidades criam licenciados em Engenharia. Engenheiro em Portugal é quem é membro da Ordem”, lembrando a importância das ordens profissionais para as profissões de interesse público, “onde está em causa a vida das pessoas”.

O presidente explicou que “um engenheiro é a soma de três componentes: conhecimento, experiência tutelada e atitude”. Ainda assim, “o nosso trabalho é de tal maneira complexo que tem que haver uma avaliação, através de uma entidade competente”. “A inserção na Ordem dos Engenheiros, em qualquer país, é, essencialmente, uma análise interpares”, afirmou.

Poças Martins sublinhou, além disso, que os membros encontram na OERN mais-valias como o networking, a formação – “temos alguma oferta de formação própria adequada às necessidades dos nossos membros, de alta qualidade e em condições especiais” – as visitas de estudo ou o apoio na integração em estágios ou oportunidades de trabalho.

 

OERN na Feira de Emprego

No final, a mensagem do presidente da OERN foi de que “a Ordem dos Engenheiros pode ajudar-vos se quiserem, de facto, ser engenheiros. Se quiserem ser apenas licenciados ou mestres em Engenharia não precisam da Ordem”.

A sessão contou, ainda, com a participação de entidades como a Caixa Geral de Depósitos, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, o Gabinete de Inserção Profissional da Associação Académica da UM e da TecMinho.

Além da participação nesta sessão sobre a profissão e gestão de carreira, a OERN marcou presença na Feira de Emprego que teve lugar no dia seguinte na Escola de Engenharia, mostrando de que forma a Ordem pode ajudar os jovens engenheiros na inserção no mercado de trabalho.

 

 

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