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Engenheiros ambientais mobilizados em defesa da profissão

08 de fevereiro de 2016 | Engenharia do Ambiente

A importância da definição dos Atos de Engenharia – e a forma como o regulamento chegará às universidades – foi um dos temas em destaque no I Encontro Regional de Engenheiros do Ambiente.  

A iniciativa, dinamizada pela OERN no passado dia 22 de janeiro, juntou, no auditório do edifício-sede da instituição, quase 40 participantes, entre jovens alunos e engenheiros do ambiente já experientes no mercado laboral. A sessão de esclarecimento decorreu em dois momentos distintos.

 

No arranque do encontro, o Conselho Regional Norte (CRN) do Colégio de Engenharia do Ambiente apresentou o relatório de atividades desenvolvidas ao longo de 2015, num “exercício de transparência” assente num dos compromissos assumidos pelo colégio: o da prestação de contas aos seus membros. O segundo momento ficou dedicado ao esclarecimento de dúvidas relativas aos Atos de Engenharia, publicados em Diário da República a 20 de julho de 2015 (através do regulamento n.º 420/2015). Uma “batalha” que, de acordo com Sérgio Costa, vogal do referido colégio, “se prolonga, dentro da Ordem, há mais de dez anos”, representando, por isso, “um importante passo” na defesa da profissão de engenheiro.

 

O desafio seguinte passará – explicou o coordenador do CRN de Engenharia do Ambiente, Carlos Afonso – pela definição do nível de competências, formação e experiência profissional adequado ao exercício de cada um dos atos. “Temos, pela primeira vez, um documento que os reconhece. Agora, é necessário encontrar mecanismos para que, de alguma forma, haja a valorização dessa estratificação”, esclareceu.

 

Durante a reunião, os futuros engenheiros do ambiente tiveram oportunidade de partilhar as suas preocupações (uma delas associada à forma como os Atos de Engenharia serão divulgados nas entidades de ensino superior, trabalho assumido pela OERN) e foram desafiados a apoiar a Ordem na identificação das áreas de formação mais adequadas ao trabalho destes profissionais. “Para promovermos essas ações precisamos do vosso feedback, de conhecer as vossas necessidades”, sustentou Sérgio Costa, reconhecendo a urgência de lutar, a uma só voz, pela engenharia portuguesa.

 

 

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