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AMBIENTE CONTINUA A BATER ÍNDICES DE PARTICIPAÇÃO

29 de janeiro de 2018 | Engenharia do Ambiente

Mais uma vez o Colégio de Ambiente dinamizou uma sessão com elevados níveis de participação de membros, entidades municipais e empresas.

 

Cerca de 90 pessoas participaram na sessão técnica sobre o Guia Técnico de implementação do sistema pay-as-you-throw (PAYT), que decorreu no passado dia 23 de janeiro, organizado pelo Colégio de Engenharia do Ambiente.

 

Carlos Afonso Teixeira, coordenador do Colégio de Engenharia do Ambiente – Norte, abriu a o encontro lembrando o papel que a OERN e o colégio têm “na discussão de temas” que dizem respeito aos engenheiros e às suas áreas. “Esta sessão visa constituir-se como uma plataforma técnica para todos os colegas que trabalham de forma isolada, ou em locais onde é difícil criar escala ou dinâmica para o pensamento estratégico” por isso mesmo, esclarece Carlos Teixeira “com estas sessões tentamos diminuir um pouco esse distanciamento.”

 

A apresentação das linhas gerais do Guia, que abriram caminho para o debate, foi explanado por Paula Santano do Departamento de Engenharia – Resíduos da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), seguida da Patricia Limbert, da Ambirumo – Projetos, Inovação e Gestão Ambiental, Lda., que salientou a necessidade deste novo sistema “exigir sistemas de informação e gestão mais robustos, com bases de dados subjacentes continuamente monitorizadas e atualizadas para que não haja erros aquando da faturação”. Este sistema acarreta custos para os municípios e levanta a questão de haver necessidade de esclarecer, neste mesmo Guia, como será o enquadramento legislativo associado à fiscalização e aplicação de coimas em caso de incumprimento.

 

Entre os presentes estavam representantes do concelho de Guimarães onde já esta ser implementado o sistema PAYT, e onde são já detetadas algumas dificuldades.  ”Os serviços de restauração viram as suas tarifas ser aumentadas, uma vez que os principais beneficiários do sistema PAYT são o comércio a retalho e os escritórios, em que as taxas já são elevadas, enquanto utilizador doméstico, apenas, aquele que fizer a separação e utilizar o seu saco até à sua máxima capacidade conseguirá pagar menos do que paga atualmente na fatura da água.”

 

Por fim, a Ambirumo apresentou o Relatório Preliminar de avaliação de sinergias da integração da recolha seletiva com a indiferenciada e a partilha de infraestruturas e serviços, que analisa a partilha de infraestruturas entre entidades gestoras, de forma a beneficiar dos efeitos de escala e reduzindo, assim, os custos unitários associados.

 

Esta sessão pode ser revista na integra no seguinte aqui

 

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